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Belém segue vacinando contra Covid-19, Influenza e Sarampo

Em Belém, seguem firmes as campanhas de vacinação contra a Covid-19, Influenza e Sarampo nesta semana, de segunda-feira (6) até sexta-feira (10). Segundo a Secretaria Municipal de Saúde (Sesma) a população pode se vacinar nas Unidades Básicas de Saúde (UBS), shopping centers e faculdades, em horários diferenciados.

A Prefeitura de Belém, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Sesma) já liberou a 4ª dose contra a Covid-19 para a população de 40 anos. A liberação foi feita após uma avaliação do estoque municipal do imunizante da covid-19. A vacinação segue até o dia 3 de julho com um ponto fixo na Aldeia Cabana e um ponto itinerante pela capital, aos sábados e domingos. As doses de reforço da covid-19 – terceira e quarta – devem ser aplicadas após o intervalo de quatro meses da dose anterior. Neste momento, podem se vacinar todos aqueles que ainda não receberam nenhuma das doses, além de pessoas acima de 18 anos que tomaram a 2ª dose até janeiro de 2022, mas não receberam a 3ª dose.

A 4ª dose da covid-19 também está disponível para pessoas imunocomprometidas, a partir de 12 anos, mediante apresentação do laudo, atestado ou documento de comprovação do alto grau de imunossupressão. Além disso, gestantes e puérperas até 45 dias, trabalhadores da saúde e da educação (ensino básico e superior) e trabalhadores das Forças Armadas e forças de segurança a partir de 18 anos.

No dia 04 deste mês, começou a aplicação da 4ª dose contra a covid-19 para pessoas a partir de 40 anos. A vacinação foi realizada dentro de um ônibus de vacina, na Praça Floriano Peixoto, em São Brás, e na Aldeia Cabana, no bairro da Pedreira, através do sistema drive-thru. No mesmo local, o público também pôde tomar os imunizantes contra Influenza e o sarampo. No dia 05, a vacinação seguiu no ônibus itinerante na Praça Dom Alberto Ramos, Marambaia.

Foto: Victor Miranda/Agência Belém

Ministério da Saúde recomenda dose de reforço contra a Covid-19 para adolescentes

O Ministério da Saúde ampliou a recomendação da dose de reforço contra a Covid-19 para adolescentes, entre 12 e 17 anos. A nova orientação está em uma Nota Técnica publicada no dia 27 de maio pelo órgão.

A recomendação do MS é de que a dose de reforço deve ser aplicada quatro meses após a segunda dose, preferencialmente, com a vacina da Pfizer, independentemente da dose aplicada, anteriormente. Em caso de indisponibilidade de oferta dessa vacina, a Coronavac pode ser usada. Os dois imunizantes são autorizados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para essa faixa etária. A recomendação também vale para adolescentes gestantes e puérperas. Já para os adolescentes imunocomprometidos apenas a vacina da Pfizer deve ser utilizada.

A dose de reforço estava sendo recomendada, até então, para a população acima de 18 anos, quatro meses após a aplicação da segunda dose. O Ministério da Saúde também orienta a população acima de 60 anos e pessoas imunocomprometidas a tomarem a segunda dose de reforço, quatro meses após a primeira.

Foto: Cristine Rochol/SES/SC

Telessaúde UFPA realiza webconferência sobre Reações Hansênicas

Em continuação ao calendário de realização de eventos de educação permanente, o Telessaúde UFPA realizará uma webconferência sobre Reações Hansênicas no dia 23 de junho. O evento será ministrado pela médica dermatologista e hansenóloga Carla Andrea Avelar Pires, a partir das 18h, com acesso pelo site telessaude.ufpa.br. A webconferência “Reações Hansênicas” é voltada para médicos, enfermeiros e profissionais da saúde atuantes na Atenção Primária à Saúde no Estado do Pará e é uma sequência no conteúdo que foi ministrado na primeira webconferência “Hanseníase: diagnóstico e tratamento na APS”, realizada no dia 27 de maio.

Segundo a conferencista, Carla Pires, a webconferência “Reações Hansênicas” abordará como tratar as reações hansênicas na Atenção Primária, trazendo informações atualizadas sobre o tratamento para reações leves e graves, além da orientação sobre prescrição e o acompanhamento da corticoterapia. A médica destaca que a maioria dos pacientes com reação hansênica pode ser tratada na Atenção Primária, mas alguns necessitarão ser encaminhados para os centros de referência. 

A Hanseníase é uma doença crônica, infectocontagiosa que afeta a pele e os nervos, podendo causar a perda da sensibilidade, fraqueza muscular e até afetar os olhos e órgãos internos (mucosas, testículos, ossos, baço, fígado, etc.). Uma característica da hanseníase é a possibilidade da ocorrência de reações, que são períodos de inflamação aguda no curso de uma doença crônica que podem afetar os nervos. Vale destacar que, uma vez que os bacilos da hanseníase afetam a pele e os nervos, as reações hansênicas geram inflamação nestes lugares. 

Para falar sobre esses e outros aspectos sobre as reações hansênicas, a médica dermatologista e hansenóloga Carla Pires ministrará a webconferência pelo Telessaúde UFPA. Carla Pires é Mestre, Doutora e Pós-Doutora em doenças tropicais pela Universidade Federal do Pará (UFPA), membro efetivo da Sociedade Brasileira de Dermatologia e da Sociedade Brasileira de Hansenologia (SBH), professora adjunta 4 da Universidade Estadual do Pará (UEPA) e da Universidade Federal do Pará (UFPA). É também coordenadora do Ambulatório de Hanseníase da UEPA.

Telessaúde UFPA realiza webconferência sobre Hanseníase

O Núcleo de Telessaúde do Complexo Hospitalar Universitário da Universidade Federal do Pará, o Telessaúde UFPA, realizará a sua primeira webconferência no dia 27 de maio. O evento terá como tema “Hanseníase: diagnóstico e tratamento na APS” e será ministrado pela médica dermatologista e hansenóloga Carla Andrea Avelar Pires, a partir das 18h, virtualmente, com acesso pelo site do Telessaúde UFPA, pelo endereço: telessaude.ufpa.br. A webconferência é voltada para médicos(as), enfermeiros(as) e profissionais da saúde atuantes na Atenção Primária à Saúde no Estado do Pará.

De acordo com a coordenadora geral do Telessaúde UFPA, médica Socorro Castelo Branco, a webconferência será realizada por meio do serviço de Tele-Educação do núcleo, que tem como objetivo “contribuir para o aperfeiçoamento dos profissionais de saúde, por meio da educação permanente, e para o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS)”.

A vice-coordenadora do Telessaúde UFPA, a enfermeira Leidiana Lopes, que coordena o serviço de Tele-Educação, acrescenta que o objetivo da realização de webconferências, como essa que será a primeira a ser realizada pelo núcleo, é “desenvolver ações de educação permanente para equipes da Atenção Primária a Saúde (APS), utilizando as ferramentas das tecnologias de informação e comunicação à distância, como uma forma de garantir o aperfeiçoamento dos profissionais e, consequentemente, a melhoria do atendimento de saúde à população”.

Segundo a conferencista, Carla Pires, a webconferência “Hanseníase: diagnóstico e tratamento na APS” abordará todos os aspectos sobre a Hanseníase, desde o diagnóstico até o tratamento. A médica explica que o foco principal é destacar que “a hanseníase é uma doença infectocontagiosa de período de incubação longo e evolução insidiosa, que o diagnóstico é, na maioria das vezes, clínico e que tem tratamento e cura”.

A médica dermatologista e hansenóloga Carla Andrea Avelar tem mestrado, doutorado e pós-doutorado em doenças tropicais pela Universidade Federal do Pará (UFPA), membro efetivo da Sociedade Brasileira de Dermatologia e da Sociedade Brasileira de Hansenologia (SBH), professora adjunta 4 da Universidade Estadual do Pará (UEPA) e da Universidade Federal do Pará (UFPA). É também coordenadora do Ambulatório de Hanseníase da UEPA.

Para se inscrever no evento o profissional deverá acessar o link https://forms.gle/VFWVgvam96EcKnaL8 e preencher os dados necessários.

Confira a programação:

Data – 27 de maio de 2022

18h00 – Boas vindas e abertura

Profa. Msc. Leidiana de Jesus Silva Lopes (Vice-coordenadora do Telessaúde UFPA)

18h10 – Webconferência: Hanseníase – diagnóstico e tratamento na APS.

Profa. Dra. Carla Andréa Avelar Pires (Médica dermatologista e hansenóloga)

19h10 – Acesso ao Telessaúde UFPA para telediagnóstico em dermatologia (teledermatologia)

Profa. Dra. Socorro Castelo Branco (Coordenadora do Núcleo Telessaúde UFPA)

19h30 – Perguntas

Moderadora: Profa. Msc. Leidiana de Jesus Silva Lopes

20h00 – Encerramento

Telessaúde UFPA firma parceria com município de Ponta de Pedras

A coordenação do Núcleo de Telessaúde do Complexo Hospitalar Universitário da Universidade Federal do Pará, o Telessaúde UFPA, esteve em visita técnica, ao município marajoara de Ponta de Pedras, nos dias 28 e 29 de abril. A agenda de visitas e reuniões resultou na pactuação de um termo de cooperação entre o Telessaúde UFPA e a Secretaria Municipal de Saúde de Ponta de Pedras para a participação do município em atividades de teleconsultoria, tele-educação e telediagnóstico, com a disponibilização de oito pontos de demandas de serviços do Telessaúde UFPA.

A coordenadora geral do Telessaúde UFPA, Socorro Castelo Branco esteve no município, acompanhada do responsável pelas relações institucionais do núcleo, Helder Luz, que fizeram visitas ao hospital municipal e a unidades básicas de saúde para conhecer melhor a estrutura de serviços de saúde de Ponta de Pedras e colher informações sobre as principais necessidades daquela localidade.

No dia 28 de abril, a agenda contou com duas reuniões, sendo uma com o setor de gestão e regulação da Secretaria Municipal de Saúde e, em seguida, uma reunião com médicos, enfermeiros e técnicos da Secretaria Municipal de Saúde.

No dia 29 teve uma visita, pela manhã, ao hospital municipal, nos setores de telemedicina, radiologia e eletrocardiograma e, em seguida, uma visita à Unidade Básica de Saúde Dom Ângelo Maria Rivato. À tarde houve uma reunião com o secretário municipal de saúde de Ponta de Pedras, Leonardo Lobato, e técnicos de saúde do órgão. Foi apresentada a plataforma STT – Sistema de Teleconsultoria e Telemedicina – que será utilizada, fruto da parceria entre a UFPA e Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Desse modo, o supervisor de telediagnóstico do STT, Harley Miguel Wagner, participou de forma remota e falou sobre a plataforma e o serviço de teledermatoscopia.

Segundo Helder Luz, durante as reuniões e visitas, a Prefeitura de Ponta de Pedras, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, se comprometeu em ajustar os fluxos e processos de trabalho para que o município possa se adequar ao uso dos serviços do Telessaúde. Além do secretário Leonardo Lobato, também participaram das reuniões: a coordenadora do setor de regulação da Secretaria Municipal de Saúde, enfermeira Alexia Gonçalves; a coordenadora de Telemedicina, enfermeira Thalita Bessa; a coordenadora da Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde de Ponta de Pedras, Natália Costa e o diretor do hospital municipal de Ponta de Pedras, Francinaldo Amador , além de médicos, enfermeiros e técnicos da área de saúde do município.

Vacinação contra sarampo e influenza começa em abril

A Campanha Nacional de Vacinação contra o Sarampo de 2022 começará a partir do dia 4 de
abril. Segundo o Ministério da Saúde (MS), este ano, a mobilização será realizada junto com a
Campanha de Vacinação contra a Influenza, que começará no mesmo dia. A campanha será
voltada para 12,9 milhões de crianças entre seis meses e menores de 5 anos (4 anos, 11 meses
e 29 dias), além de trabalhadores da saúde que serão convocados para atualizar a situação
vacinal.


A meta do MS é vacinar, no mínimo, 95% (12,3 milhões) dessas crianças de forma
indiscriminada, independentemente da situação vacinal. Já para os trabalhadores da saúde,
não há meta de cobertura vacinal, pois o objetivo é atualizar as doses que ainda estejam
atrasadas, além de proteger esses profissionais, que ficam mais expostos durante a sua rotina
de trabalho.


Durante a campanha de vacinação, as duas vacinas – tríplice viral e influenza – serão ofertadas
para administração no mesmo dia. A vacinação simultânea é uma atividade recomendada pelo
Programa Nacional de Imunizações para redução de oportunidades perdidas na imunização.


Confira o calendário:


De 4 de abril a 2 de maio: vacinação dos trabalhadores da saúde – juntamente com a primeira
etapa da vacinação contra influenza;
De 3 de maio a 3 de junho de 2022: campanha de seguimento contra o sarampo para crianças
de 6 meses a menores de 5 anos (4 anos, 11 meses e 29 dias) – juntamente com a segunda
etapa da vacinação contra influenza.


Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

SUS oferecerá novo remédio para hepatite B a partir de abril

O Sistema Único de Saúde (SUS) está ofertando um novo medicamento, disponível na rede
pública de saúde, que poderá beneficiar pacientes com hepatite B que têm contraindicação ao
tratamento ofertado, atualmente. O uso do tenofovir alafenamida (TAF) já foi incorporado
pelo Ministério da Saúde e irá promover uma terceira opção de tratamento para hepatite B
para pessoas em que o uso de tenofovir convencional e entecavir não for possível.


Segundo o Ministério da Saúde, o novo medicamento foi incorporado para uso de alguns
pacientes específicos, nos quais o TAF se mostrou mais seguro em relação a disfunções ósseas
e renais, quando comparado ao fumarato de tenofovir desoproxila (TDF), um medicamento
antirretroviral e antiviral usado também para Aids, no Brasil.


No entanto, o novo medicamento não se mostrou tão significativo quando comparado aos
resultados do entecavir. Por isso, a partir de agora, pacientes que fazem tratamento para
hepatite B e apresentam contraindicação no uso dos medicamentos existentes, podem fazer
uso dessa nova opção.


A previsão é que o Ministério da Saúde distribua, até o final de abril, mais de 1 milhão de
comprimidos do novo medicamento, de acordo com o quantitativo solicitado por cada
secretaria estadual ou distrital de Saúde. O investimento é de mais de R$ 18 milhões na
aquisição dos lotes.

Campanha Fevereiro Laranja conscientiza sobre a leucemia

Fevereiro é o mês do ano dedicado à campanha “Fevereiro Laranja”, que tem como objetivo conscientizar as pessoas sobre a leucemia e a importância da doação de medula óssea. Atualmente, a leucemia é o 9º tipo de câncer mais comum em homens e o 11ª em mulheres. Dados do Instituto Nacional de Câncer (InCA) apontam que, para cada ano do triênio 2020-2022, serão diagnosticados, no Brasil, mais de 10 mil casos novos de leucemia, sendo 5.920 em homens e 4.890 em mulheres.

O “Fevereiro Laranja” objetiva alertar sobre os possíveis sintomas de Leucemia e também destacar a importância da prevenção, conscientizando sobre a necessidade de exames e, principalmente, sobre a importância da doação de medula óssea. O tratamento é basicamente quimioterápico, mas as indicações de transplante de medula costumam ser muito positivas, principalmente no caso de pacientes jovens.

O transplante de medula óssea é indicado em casos de alto risco. O primeiro passo é a investigação dos familiares de primeiro grau do paciente em busca de compatibilidade. Caso não seja encontrado é registrada a necessidade em um banco de medula. Os doadores voluntários são examinados e os resultados também vão para esse banco. Quando é detectada a compatibilidade entre o doador e o paciente é feito o procedimento de coleta do material. A doação é importante, pois a chance de encontrar doadores compatíveis é relativamente baixa.

Doação de medula óssea

Para ser doador de medula óssea, basta ter entre 18 e 55 anos, apresentar boas condições de saúde, não ter apresentado ou estar em tratamento de câncer, doenças no sangue, no sistema imunológico ou ainda doenças infecciosas e se cadastrar em um hemocentro.

Além de fazer um cadastro, o doador também faz a coleta de 5 ml de sangue para testes de compatibilidade e o resultado fica arquivado no cadastro de medula óssea. Caso o doador seja compatível com algum paciente da lista de espera, ele será convidado a fazer a doação.

O que é Leucemia?

A leucemia é um tipo de câncer que causa o crescimento acelerado e anormal nas células do sangue, responsáveis pela defesa do organismo, os leucócitos. O diagnóstico precoce e o tratamento adequado aumentam as chances de cura, e, com isso, os especialistas alertam para sintomas como anemia, cansaço e fadiga, queda de imunidade, baixa na contagem de plaquetas, infecção, febre, hematomas e sangramentos espontâneos.

O diagnóstico é feito por meio de exames laboratoriais, como o hemograma, mas deve incluir ainda exames de bioquímica, de coagulação, além de mielograma, imunofenotipagem e cariótipo, que são os exames de medula óssea.

Foto: Arquivo/Gov.br

Fevereiro Roxo busca conscientizar sobre Lúpus, Fibromialgia e Alzheimer

O mês de fevereiro chama a atenção da sociedade para três doenças: Lúpus, Fibromialgia e Alzheimer. Embora possuam condições bem diferentes entre si, as três patologias apresentam um ponto em comum: são incuráveis. Por essa razão a campanha “Fevereiro Roxo” quer conscientizar sobre a importância delas serem identificadas nos estágios iniciais para que seus sintomas sejam controlados ou retardados.

O Fevereiro Roxo é, portanto, uma campanha de conscientização promovida para incentivar o diagnóstico precoce. O objetivo é permitir que os pacientes tenham uma maior qualidade de vida mesmo convivendo com alguma dessas condições. Além disso, todas as três doenças apresentam sintomas iniciais que são relativamente inofensivos.

No caso do Lúpus, na maioria dos casos, o único sinal inicial visível é a vermelhidão na pele, por exemplo. Já na Fibromialgia, muitas vezes, a fadiga e os problemas relacionados ao sono são atribuídos ao estresse do dia a dia e a prescrição médica acaba sendo somente para tratar o cansaço, como suplementos vitamínicos, recomendação de se exercitar mais e etc. Quanto ao Alzheimer, a confusão mental e a perda da memória geralmente são atribuídas à idade avançada. Mas é importante lembrar que, na velhice saudável, o normal é a pessoa se esquecer de fatos triviais, mas continuar com aqueles que são marcantes na memória.

Vale destacar que, como as campanhas não são unificadas, em fevereiro também há a promoção da conscientização sobre a leucemia, o tipo mais comum de câncer, e a importância de se cadastrar como doador de medula óssea. Essa ação é chamada de Fevereiro Laranja.

Saiba mais sobre essas doenças:

Lúpus

O Lúpus Eritematoso Sistêmico é uma doença autoimune, ou seja, ocorre quando o próprio sistema imunológico de uma pessoa passa a atacar órgãos e tecidos do corpo (como se eles fossem invasores externos). Pouco se sabe sobre a origem das doenças autoimunes. Elas são crônicas, porém o tratamento adequado é indispensável para mantê-las sob controle e reduzir os sintomas — que podem ser extremamente dolorosos. A doença ganhou mais visibilidade após duas artistas muito famosas, Selena Gomez e Lady Gaga, revelarem que sofrem com a doença. O documentário “Gaga: Five Foot Two”, mostra, inclusive, Lady Gaga sofrendo com intensas dores nas articulações em decorrência dessa condição.

Fibromialgia

A Fibromialgia é uma síndrome ainda pouco conhecida, cujos principais sintomas são: dor generalizada, fadiga, dificuldades cognitivas (problemas de concentração, perda de memória etc), formigamento nas extremidades do corpo (mãos e pés). Mas, como todos esses sinais são problemas relativamente comuns, acredita-se que a doença seja subnotificada. As dores da fibromialgia são constantes e costumam durar cerca de três meses a cada vez. A pessoa afetada nota uma redução em sua capacidade de se exercitar, justamente devido às dores e à fadiga. Ela também passa a sofrer com problemas de sono, como insônia e apneia, muitas vezes apresentando quadros de depressão.

Alzheimer

Descrita pela primeira vez em 1906, pelo psiquiatra alemão Alois Alzheimer, a doença de Alzheimer é neurodegenerativa. Os principais sintomas são a falta de coerência na fala e a perda da memória recente: o paciente se lembra de fatos de muitos anos atrás, mas não sabe dizer sobre coisas que fez hoje. A doença está associada à idade avançada, porém pode surgir de forma prematura, especialmente em pessoas com casos semelhantes na família. A doença é a principal causa de demência e leva o paciente a depender de ajuda para realizar tarefas básicas.

A capacidade de atenção, aprendizado e convívio social fica seriamente afetada, sendo que o quadro é incurável. Entretanto, é possível fazer um tratamento terapêutico e medicamentoso para retardar os efeitos mais graves, principalmente quando a detecção ocorre ainda no estágio inicial.